quinta-feira, 25 de junho de 2015

O esporte mais completo: NATAÇÃO

Boa noite!!!!!

A natação é um esporte que pode ser praticado por qualquer pessoa, de qualquer idade, melhorando o sistema cardiovascular, cardiorrespiratório, músculo-esquelético, a flexibilidade, a coordenação motora, a pressão arterial e baixa a taxa glicêmica. O impacto é praticamente zero por ser realizado no meio aquático.
Na Grécia Antiga, a natação já fazia parte das Olimpíadas e era muito praticada por ser benéfica à saúde.
Falando em estilo de natação, temos os quatro principais, que são crawl, costas, peito e borboleta. O medley individual é praticado na seguinte ordem: crawl, costas, peito e borboleta e; no medley em grupo a sequência é costas, peito, borboleta e crawl.
A natação pelo mundo teve muitos adeptos e muitos atletas, falarei hoje de alguns, pois são muitos. Primeiramente, citarei alguns dos brasileiros: Ricardo Prado, Gustavo Borges, Fernando Scherer, César Ciello e Thiago Pereira.
E, a nível mundial, citarei os brilhantes Mark Spitz (EUA), Yannic Angel (FRA), Sun Yang (CHI), Michael Phelps (EUA), Cameron Vander Burgh (África do SUL), Ryan Lochte (EUA), Daniel Gyurta (HUN), Matt Greverg (EUA).
Porém, a natação não é um esporte exclusivamente masculino, então citarei algumas nadadoras brasileiras, colocando em primeiríssimo lugar a excepcional Maria Lenk, precursora desse esporte em nosso país. Além dela, temos Flávia Delaroli, Adriana Salazar Pereira, Graciele Hermann, Piedade Coutinho, Lucy Burle, Janette Campbell, Maria Elisa Guimarães, Mariana Brochados, Patrícia Amorim, a nossa grande campeã.
A natação traz benefícios para a saúde, sendo um ótimo exercício aeróbico, promovendo a perda de massa gorda, a aquisição de massa magra e melhorando muito o condicionamento físico.
Se houver interesse em aulas de natação (para qualquer idade), entre em contato inbox no meu facebook (Odralésio Bandetini)

Um grande abraço! E até amanhã!


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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Ao mestre, com carinho: Telê Santana

Telê Santana, na sua vida como jogador de futebol não foi tão brilhante quanto na sua vida como técnico. Hoje, mesmo após a sua morte, em 21 de Abril de 2006, ainda é referência, tanto nacional quanto internacional, de um dos mais brilhantes técnicos que o futebol teve a honra de conhecer.
Ele começou a carreira de técnico nas Laranjeiras, no Fluminense. Depois, foi para o Grêmio, Atlético Mineiro, fez um brilhante trabalho na Sociedade Esportiva Palmeiras, em 1979, porém sem títulos, mesmo tendo um time reformulado, com Gilmar, o brilhante Jorge Mendonça, Toninho, Mostarda, Beto Fuscão, entre outros. Na minha opinião, a mais brilhante e vitoriosa equipe que Telê dirigiu foi o São Paulo Futebol Clube. Na sua época de comandante do São Paulo, a equipe não só ganhava títulos, como dava show em campo. Além de tudo, Telê não era só técnico, mas sim um professor de futebol. Muitos atletas, já profissionais, tiveram ensinamentos para a melhora com o grande professor Telê.
Em 1971, foi campeão brasileiro pelo clube Atlético Mineiro. Já em 1977, foi campeão gaúcho pelo Grêmio. Dirigiu a Seleção Brasileira em 1982 e em 1986, mas infelizmente não conquistou o título de ambas as Copas, o que deu a ela a fama de "pé frio", fato este que não o abalou.
No final de 1989, ele voltou ao Palmeiras que o demitiu pelo fracasso do Paulistão de 1990. E aí, a sorte virou de lado para o grande soberano do Morumbi, o São Paulo Futebol Clube. Nesse clube Telê "calou a boca" de todos que o chamaram de "pé frio".
Já no primeiro ano dirigindo o São Paulo, a equipe foi vice campeã paulista, perdendo para o Corinthians na final. Em 1991 fez o São Paulo ser o campeão do Brasileirão e, em 1992 e 1993 consagrou-se campeão com o São Paulo nos seguintes títulos: Bicampeão Paulista, Bicampeão da Libertadores da América e Bicampeão Mundial Interclubes, sendo que  em 1992 ganhou do Barcelona e em 1993, do Milan.
Trabalhou no São Paulo até o ano de 1996, quando teve que sair por problemas de saúde.
O que escrevi hoje é pouco para o grande profissional que foi o Mestre Telê Santana, mas sei que o pouco que escrevi serve para que meus alunos de futebol conheçam um pouco da história deste brilhante técnico.
Me despeço deixando para vocês o vídeo do jogo São Paulo X Santos, onde o jogador Raí se despediu do São Paulo sob o comando do finado Telê, narrado pelo também finado Luciano do Valle, dois gigantes do futebol, um dirigindo e o outro narrando.
Gols de Palhinha (3), Cafú (1), Pintado (1), Raí (1)

Até amanhã!


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terça-feira, 23 de junho de 2015

As máquinas maravilhosas da Fórmula 1 e seus brilhantes pilotos

Boa noite, caros colegas!

Lembraremos hoje a fase romântica e disputada da Fórmula 1, onde habilidade, coragem e ousadia eram a marca desse esporte, pois hoje é a fase dos botões. Não digo que hoje não existe a emoção mas, antes havia muito mais...Câmbio baixo, motor turbo e aspirado, roda com roda, ultrapassagens arriscadas, disputas na curva (quem não se lembra no autódromo da África do Sul, o grande mestre Gilles Villeneuve e o grande piloto Renè Arnoux numa disputa acirrada?).
Gostaria de lembrar aqui outros pilotos lendários, o pentacampeão mundial, o argentino Juan Manuel Fangio, Alberto Ascari, Mario Andretti,Vittorio Brambilla, François Cevert, Nigel Mansell, Jackie Stewart, Clay Regazzoni, James Hunt, Niki Lauda, Jacky Ickx, Ronnie Peterson, Carlos Reutemann, Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna, Alain Prost, Sebastian Vettel, Lewis Hamilton, Keke Rosberg e Nico Rosberg, Gran Hill, Damon Hill, Michael Schumacher (o piloto com mais títulos na Fórmula 1, heptacampeão), dentre outros, afinal são muitos deles durante os 65 anos de Fórmula 1. Infelizmente, muitos morreram nas pistas mas deixaram suas marcas no longo percurso desse esporte.
Hoje, discordo de algumas regras atuais da FIA, pois este é um esporte de alto risco mas que necessita de ousadia, coisa que não é permitida mais...Roda com roda, fechada de porta, ultrapassagem arriscada...Vejo que, futuramente, terá um posto da polícia rodoviária controlando a velocidade e pontuando a carteira dos pilotos.
Lembraremos o triste ano e, ao mesmo tempo brilhante de 1976, onde no dia 1 de Agosto, a Ferrari de Niki Lauda choca-se violentamente na cerca de proteção e, ao voltar para a pista foi arrebatado por outros dois carros, fazendo com que seu carro incendiasse e ele ficasse preso nas ferragens por algum tempo. Nessa temporada, a disputa entre Niki Lauda (Ferrari) e James Hunt (Mc Laren) foi uma das mais lendárias de toda a história da Fórmula 1. Devemos lembrar também que Niki Lauda após ser internado, semimorto, voltou para as pistas, na mesma temporada, e só perdeu o título pois, com a chuva forte, ele abandonou a pista e com o quinto lugar, Hunt consagrou-se campeão.
Com vocês um pouco das disputas maravilhosas da Fórmula 1. Divirtam-se!






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segunda-feira, 22 de junho de 2015

A lenda viva Muhammad Ali

Boa noite, amigos!

Muhammad Ali segue como um mito intocável até no MMA. Na minha opinião, é o maior pugilista de todos os tempos, o lutador bailarino e falador.
Voltando para 1974, no dia 30 de Outubro, o Zaire estava em turbulência. Aos 32 anos, o maior pugilista de todos os tempos, enfrentou o então campeão George Foreman. A luta aconteceu para que Ali recuperasse o cinturão dos pesos pesados perdido desde que se recusou a lutar no Vietnã. Há anos já convertido ao Islamismo, abriu mão do seu nome de batismo, Cassius Marcellus Clay Jr.
Depois da pressão de Foreman, Ali dá o golpe fatal e o manda à lona no oitavo assalto da "luta do século"; Ali, ícone do boxe, recuperou o cinturão dos pesos pesados.
Hoje, Ali luta com um adversário devastador, o Mal de Parkinson, doença essa que não tem cura. Mas Ali investe alto em tratamento com células tronco, mas ainda sem resultados.
Mike Tyson e George Foreman tinham socos mais fortes, mas Ali era mais técnico e estrategista.
Ele foi o lutador que mudou o boxe, fez o esporte virar "obra de arte". Quase analfabeto, era auto didata. O ídolo de Ali era Sam Cooke, excelente cantor e Ali treinava ao som do cantor.
Ali teve 56 vitórias, 37 por nocautes, 5 derrotas, uma para Larry Holme.
Campeão dos pesos pesados, pela primeira vez em 1964, quando deixou Sonny Liston estatelado, teve o título e a licença cassados por 3 anos e meio por se recusar a lutar no Vietnã. Voltou em 1971 e Joe Frazier derrotou-o e se tornou o número 1.
Ali jamais se deu por vencido e, em 1974 reescreveu sua história batendo o próprio rival para desafiar George Foreman. Depois deixou escapar o cinturão para Leon Spinks, em 1978, mas obteve a revanche no mesmo ano.
Tricampeão da técnica e superação, Ali fez o mundo bater com suas mãos e dançar com seus pés e jamais ser nocauteado.
O mito ainda vive!

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domingo, 21 de junho de 2015

Momento glorioso da seleção brasileira

Caros amigos,
estou abrindo este blog para informar e oferecer conhecimentos esportivos para os meus alunos, amigos e pessoas que se interessam em conhecer um pouco mais sobre regras, histórias e curiosidades esportivas ao longo dos séculos.

Hoje estamos assistindo um jogo aonde o Brasil, uma seleção pentacampeã do mundo (58, 62, 70, 94 e 2002) luta para se classificar na Copa América contra a Venezuela, precisando de uma vitória ou de um empate. Com todo respeito, o Brasil apresentar medo da Seleção Venezuelana mostra o retrato atual da nossa seleção, onde no país em que existe o maior "celeiro" de craques do futebol, ainda não estarmos classificados é uma vergonha. E, por ironia do destino, hoje completam 45 anos do TRICAMPEONATO da Copa no México, de 1970. Este foi o ano em que nasci e no qual a Seleção Brasileira era formada por jogadores que jogavam no futebol brasileiro e encantavam o mundo inteiro por apresentar o FUTEBOL ARTE, marca do nosso futebol, Indiscutivelmente, uma seleção que tinha 22 craques, entre eles a MAJESTADE, o REI PELÉ, imbatível até hoje, na minha opinião.
Vou explicar porque essa é a minha opinião. O garoto de Três Corações - MG consagrou-se no Santos F.C., começando a jogar no time principal aos dezesseis anos, defendeu a seleção Brasileira em 1958, com 17 anos, onde dividia o quarto com Garrincha, na minha opinião, o "mago" do futebol. E aos 17 anos, o garoto Pelé consagrou-se campeão mundial pela Seleção Brasileira, chegando a conquistar mais dois títulos e sendo um TRICAMPEÃO DE COPAS DO MUNDO, além de ter sido BICAMPEÃO MUNDIAL pelo Santos, contra o Benfica e Milan. Dentre os títulos Paulistas,  Brasileiros e Torneios Rio-São Paulo, ele conseguiu marcar mais de mil gols na carreira, marca que atualmente, muitos jogadores se aposentam, sem alcançar.
Não vou citar um a um desta magnífica seleção, mas gostaria de registrar nomes de atletas inesquecíveis para quem é apaixonado pelo futebol, como o finado Félix (goleiro), o eterno capitão Carlos Alberto, o mineiro Tostão, Gérson, a "patada atômica" Rivelino, o "furacão" Jairzinho (o qual marcou gols em todos os jogos desta copa), o "xerife" Brito, o "lendário" massagista Mário Américo, que com suas mãos recuperou muitos jogadores da seleção, e não devemos esquecer do "velho lobo" Zagallo, chamado após a demissão do grande técnico João Saldanha.
Não devemos esquecer que o nosso furacão Jairzinho marcou um gol magnífico no melhor goleiro daquela época, Banks, da Inglaterra, jogo no qual o Brasil ganhou de 1 X 0. E, para finalizar, quero deixar registrado o gol que, na minha opinião, é o mais bonito de todos os gols de copas do mundo, o quarto gol da seleção Brasileira na Seleção Italiana, final da copa de 1970, marcado pelo eterno capitão Carlos Alberto, depois do maravilhoso passe de Pelé. Ambos, junto dos outros jogadores, ergueram a nossa taça Jules Rimet.